Talvez uma das tarefas mais desagradáveis da culinária, cortar cebolas sem chorar é definitivamente uma tarefa para poucos. Mas o Culinária Masculina pode te ensinar dicas de como cortar cebolas sem chorar!
Quando homem e mulher dividem as tarefas culinárias diárias, é notável a autoridade feminina designar tarefas pouco agradáveis ao companheiro. Indubitavelmente, uma delas é descascar e cortar cebolas.
Antes de demonstrar como resolver este problema, é importante sabermos porquê choramos ao cortar e descascar cebolas. Continue lendo »
Você já percebeu como a panela do feijão fica surpreendente suja depois daquele feijãozinho ou feijoada? Mas o Culinária Masculina tem uma solução para o seu problema (ou o problema de quem vai lavá-la, caso não seja você).
Não sei porquê cargas d’água (e nem pretendo entrar em detalhes sobre) o feijão fica incrustrado nas paredes laterais da panela de pressão (quando o feijão é novo) ou até mesmo na panela de ferro (quando o feijão já é requentado). Sofre quem há de lavá-la!
Mas agora você, leitor privilegiado do Culinária Masculina, terá sua carta na manga para deixar qualquer garota boquiaberta. O segredo é simples!
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Bem, antes de qualquer interpretação equivocada, banho maria não é o processo pelo qual você tem permissão de dar banho na Maria, sua empregada.
Este tema veio à tona depois que recebi alguns comentários a respeito do processo. Infelizmente, não tenho o conhecimento necessário para uma explicação direta e concisa, mas felizmente o Wikipédia existe e trouxe a seguinte definição para o termo banho maria:
Banho-maria é um método utilizado tanto na cozinha como em laboratórios químicos e na indústria (farmacêutica, cosmética, conservas, etc.) para aquecer lenta e uniformemente qualquer substância líquida ou sólida num recipiente, submergindo-o noutro, onde existe água a ferver ou quase. O processo recebe o seu nome em honra da famosa alquimista, Maria, a Judia. Neste processo, as substâncias nunca são submetidas a uma temperatura superior a 100º C, já que a partir dessa temperatura, todo o calor transferido para a água é convertido em energia cinética nas moléculas da água, formando-se vapor de água.
Logo, caro leitor, se algum dia você teve em mãos uma receita que requisitasse banho-maria e, por algum motivo, se desesperou e decidiu por não mais optar por tal receita, você bobeou. O processo é simples.
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Depois de ler com cuidado as lições anteriores, agora você está apto para utilizar este utensílio tão útil da cozinha!
O tempo de cozimento é determinado pelo alimento.
- Batatas podem ser cozidas em cinco minutos no ponto de purê, assim como cenouras.
- Batata doce leva um pouco mais de tempo, uns quinze minutos.
- Feijão leva uns 20 minutos.
- Peito de frango com osso, pra desfiar, leva uns 25, 30 minutos.
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A segunda lição começa com o fim do trabalho, ou seja, abrindo a panela depois do cozimento. Porque não é só abrir não! Tem que esperar a pressão sair.
Você pode desligar a panela e ir dar uma volta, esperar com calma e a hora que parar de ouvir o barulhinho, pronto. Aí você faz o teste, erguendo a válvula, pra ver se saiu tudo, então, pode abrir e se deliciar com as batatas! Caso ainda tenha pressão, deixe quieto mais um tempo!
Se tiver com pressa, coloque a panela debaixo da torneira e levante a válvula até acabar a pressão. EMBAIXO DA TORNEIRA LIGADA!
ATENÇÃO: não levante a válvula com o fogo ligado, nem desligado sem estar debaixo da torneira pra apressar a saída da pressão porque pode acontecer um acidente!!!
A primeira e fundamental lição é simples: tenha medo da panela de pressão! Não tô dizendo que não é pra usar, e sim pra ter respeito! Usar com cuidado porque acidentes acontecem e podem acontecer, principalmente se formos negligentes, certo?
E depois, vai ser péssimo ter de limpar o teto da cozinha sujo de feijão, na melhor das hipóteses, porque já pensou se aquilo explode contigo por perto? Receber um jato de feijão fervendo?? Deve doer muito!
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Eu sempre achei que a panela de pressão fosse tipo a pós-graduação da culinária!
Simplesmente porque além de ser um artefato de difícil utilização, também dá origem a pratos deliciosos de elaborados. Basicamente pra mim, a panela de pressão é o que diferencia a cozinha da vó da cozinha de um homem, qualitativamente falando. Se bem que nossas avós nem sempre cozinham com panelas de pressão, e sim em fogões a lenha nos quais a “polenta ficava pronta quando se terminava de rezar o terço”, que era o que a vó da minha mãe (e do dono deste blog) dizia pra ela, mas aí o fogão a lenha seria quase o pós-doutorado…
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Realmente, estive observando que ambidestro não condiz com canhotos… Depois fui capaz de observar outra curiosidade, eu sou ambidestro, e não canhoto. Ambidestro porque ora escrevo com a mão esquerda e uso o mouse com a mão direita (conheço canhotos que usam até mesmo a mão esquerda para usar o mouse!), mas também posso usar o mouse com a mão esquerda… Fantástico não?
Agora, continuando o texto anterior, onde apresentei o Descasque convencional (ou Descasque tipo mãe) de laranjas, ainda falta apresentar o Descasque facilitado, apesar de o mesmo ter vazado ainda antes de ser apresentado (nos comentários do texto anterior).
Se me permitem, prefiro comentar os procedimentos de descasque facilitado que foram propostos por dois leitores ativos deste livro de receitas. Mesmo porque escrever o que já foi escrito além de perder a graça, tem sérios problemas de copyright.
Para aqueles que ainda não leram ou não compreenderam a explicação dos descasques do Fernando Gonzaga e da Carolina, aí vai uma explicação razoável. Para manter a originalidade, meus comentários aparecerão em itálico.
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